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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Curso sobre PANCs em Porto Alegre

Primavera PANC

A primavera é a estação do ano que muita gente gosta. Pessoas caminhando e conversando nas ruas, árvores com muitas flores, o canto afinado dos sabiás, filhotes de passarinhos iniciando seus voos, sol que traz o colorido das paisagens do campo e das cidades e plantinhas que brotam e crescem espontaneamente.

A estação propicia o crescimento de muitas pancs (plantas alimentícias não convencionais) nos jardins,  o que pode indicar a presença de matéria orgânica por ali. Sempre que se tem um bom texto ou evento relacionados às pancs, a Rosal informa  seus leitores.

Pois hoje a indicação é o texto de Carla Soares, do blog “Outra Cozinha”. Carla nos conta como é se reportar à infância ao ver e experimentar o “trevinho” que ela chama de “Trevinho da infância”. Clique aqui e saboreie o texto da Carla na íntegra.
Para acrescentar mais sabor aos cardápios dos admiradores das pancs que tal um curso sobre essas plantas?

O curso é “PANC – Plantas Alimentícias Não Convencionais: valorizando a sociobiodiversidade”, é oferecido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e está sendo organizado por várias instituições. A programação inclui caminhadas para identificação das espécies, palestras sobre as possibilidades gastronômicas, propriedades nutritivas das plantas, seu manejo, cultivo e muito mais .


CURSO DE EXTENSÃO
Local: Faculdade de Agronomia – UFRGS – Av. Bento Gonçalves, 7712, Porto Alegre – RS
Data: 17 e 18 de outubro de 2018

Inscrições e outras informações:  (51) 3308-7440/3308-6020
https://www.facebook.com/events/321965531714791/
Inscrições de 24/09 a 12/10
E-mail: cursopanc@gmail.com

Fonte:https://rosalcomunica.com/2018/10/08/primavera-panc/

segunda-feira, 2 de abril de 2018

PALAVRA DO ESPECIALISTA | PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL Carlos Nabinger: fotossíntese e educação

FONTE: Jornal Zero Hora - caderno campo e lavoura 31/03/2018

Ensino direcionado para a natureza é vital se quisermos sobreviver às baratas, cupins e outros seres mais capazes de se adaptar ao novo equilíbrio, diz especialista

Imagine um processo que remova CO2 da atmosfera – diminuindo o efeito estufa – substituindo-o pelo oxigênio necessário à vida e ainda dando suporte a um fabuloso microbioma capaz de regenerar o solo, melhorar o teor de nutrientes nos alimentos, aumentar a disponibilidade de água limpa e a rentabilidade do agro.
Pois esse processo existe, chama-se fotossíntese e ocorre no interior das células nas folhas verdes das plantas e também em algas. As plantas interceptam a luz solar e utilizam sua energia para capturar o CO2 do ar, recombiná-lo com a água retirada do solo, formando açúcares simples e devolvendo oxigênio e água para a atmosfera. Esses açúcares simples - considerados os tijolos da construção da planta - são transformados em uma diversidade de outros compostos como amido, proteínas, ácidos orgânicos, celulose, lignina, óleos e ceras. 
A maioria dos compostos formados durante a fotossíntese também é essencial ao solo, pois fazem parte da matéria orgânica originada das plantas e onde reside um fantástico universo de seres microscópicos responsáveis pela vida desse solo. Portanto, sem fotossíntese não haveria matéria orgânica e sem ela o solo seria apenas um composto mineral inerte. De fato, mais de 95% das formas de vida do planeta residem no solo e a maior parte da energia necessária para fazer funcionar esse microbioma deriva do carbono contido nas plantas e retirado da atmosfera via fotossíntese. 
Daí a importância de mantermos o solo sempre coberto com plantas, juntamente com práticas que conservem o C (carbono) fixado e a vida microbiana do solo. Dessa forma  diminuiremos os atuais níveis de CO2 da atmosfera, devolvendo o equilíbrio climático, a fertilidade aos solos, a qualidade das águas, a sustentabilidade da produção agrícola e a qualidade da vida humana.
Darmos mais atenção e cuidado aos fenômenos básicos da natureza, dos quais a fotossíntese é o mais importante, deveria ser uma atitude lógica e consciente de cada ser humano. Infelizmente não o é, pois, em geral, nos falta conhecimento sobre as coisas mais triviais da vida. Por isso, educação direcionada para a natureza é vital se quisermos sobreviver às baratas, cupins e outros seres mais capazes de se adaptar ao novo equilíbrio que certamente ocorrerá, mas do qual muito provavelmente não faremos parte se continuarmos a atual escalada de destruição da natureza.
Carlos Nabinger é mestre em Fitotecnia e doutor em Zootecnia, professor da Faculdade de Agronomia da UFRGS
nabinger@ufrgs.br

sábado, 17 de dezembro de 2016

Pesquisadores estudam características e potenciais das frutíferas nativas do Rio Grande do Sul


Os trabalhos abrangem diversas linhas, como produção e propagação de mudas, biologia molecular e propriedades medicinais
Paulo Vitor Dutra de Souza coordena a linha de propagação de mudas por meio de clones - Gustavo Diehl/UFRGSPaulo Vitor Dutra de Souza coordena a linha de propagação de mudas por meio de clones - Gustavo Diehl/UFRGS

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